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Ex-bastonária contesta posição de António Martins e sai em defesa da Ordem dos Advogados

Carta aberta de Serra Lopes a António Martins

Ricardo Sá Fernandes arrasou o juiz que ilibou Domingos Névoa da acusação de corrupção. António Martins, da Associação Sindical dos Juízes, indigna-se e pede a extinção da Ordem dos Advogados. Maria de Jesus Serra Lopes, ex-bastonária, sai em defesa do organismo numa carta aberta a que o Expresso teve acesso.
"É impossível ficar calada, afirma Maria de Jesus Serra Lopes numa Carta Aberta a Domingos Névoa. Sem se querer pronunciar sobre as declarações do advogado Ricardo Sá Fernandes, que arrasou a sentença judicial que ilibou Domingos Névoa do crime de corrupção, a ex-bastonária lembra que "a Ordem dos Advogados é uma instituição com um papel a cumprir no país, que transcende largamente os seus menbros, ou quem, episodicamente, está à frente do

Eis o flagelo do Eyjafjalla

Ricardo Araújo Pereira
Visão

Será que um islandês vendado escreve correctamente "Carrazeda de Ansiães" no seu computador?
Que reflexão merece a erupção do vulcão Eyjafjalla, situado em Eyjafjallajokull? Primeiro, uma constatação linguística: aquilo que, para nós, é escrever letras à balda no teclado, para os islandeses é toponímia. Eyjafjallajokull é o tipo de palavra que aparece se eu fechar os olhos e carregar aleatoriamente em teclas. Na Islândia, é um sítio. Será que um islandês vendado escreve correctamente "Carrazeda de Ansiães" no seu computador? Não sei, e a comunicação social parece mais interessada em seguir o rasto às nuvens de cinza do que em falar das questões que verdadeiramente interessam, como esta.

Outro problema importante é o de investigar o modo como um amante da natureza deve ol

«A diferença entre um chefe e um líder: um chefe diz Vá! um líder diz Vamos!» (E. M. Kelly)

«Em 2050 os jornais em papel serão artigo de luxo»


António Câmara, Prémio Pessoa 2006, falou ao DN sobre o futuro da comunicação, tema de conferência recente na Culturgest.

"Em 2050 teremos mais informação, mais formas de interagir uns com os outros, mas estaremos mais sós e, provavelmente, mais estúpidos." É assim que António Câmara, director executivo da YDreams, vê a comunicação nas próximas décadas. "As grandes mudanças provocadas pela tecnologia vão ser nas relações humanas", assume.

A possibilidade de "sentir tudo de todas as maneiras", como um dia escreveu Fernando Pessoa, chegará brevemente ao ciberespaço com o desenvolvimento de tecnologias multissensoriais, em que não se usará apenas a visão e a audição mas também o tacto , o olfacto e o paladar. "Nos próximos 20 anos vamos poder estar em casa sozinhos a interagir com amigos distantes como se estivéssemos na mesma sala. Ver um jogo de futebol na televisão e fazer que o nosso gr

O amor é ..

"O amor é a inveja do outro: ama-se para roubar do outro a parte que lhe falta" (Raimundo Carrero)

O mito da culpa

No discurso mediático, a culpa pelo crime surge sempre associada à condenação. Esta constitui um sinal que marca os autores materiais e também, em muitos casos, as instituições de onde eles provêm (sobretudo quando estas não os denunciam). Mas o discurso da culpa nunca se confronta com o dia seguinte: visa, apenas, segregar os culpados, separando-os do universo dos inocentes.

A culpa é um símbolo que alivia a nossa própria responsabilidade, aparecendo invariavelmente como "culpa dos outros". Porém, tal processo de projecção nem sempre é possível. Em relação a crimes tão graves como os do nazismo, que atingem o sentido do humano, pode falar-se de uma culpa geral, feita de silêncios cú

O futuro

O futuro tem muitos nomes. Para os fracos, é o inatingível. Para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes, é a oportunidade.

-- Victor HugoFrases e pensamentos no www.pensador.pt

Acerca da repercussão política de rabos e recibos verdes



Esta pode ser a geração dos 500 euros porque quem lhe estabelece o ordenado é a geração rasca.

Um dia, num protesto contra a política educativa do Governo, um cidadão da minha idade resolveu avançar com um argumento de autoridade e mostrou o rabo à ministra. Não é, de todo, o pior e mais deselegante argumento que já vi esgrimir (se se pode dizer de um rabo que foi esgrimido) no âmbito de um debate político, mas ainda assim o gesto fez com que aquilo a que se chama "a minha geração" passasse a ser conhecida por "geração rasca". Nunca me queixei. Pelo menos no que me dizia respeito, o título pareceu-me adequado à minha personalidade, e não gosto de censurar ninguém por ser perspicaz. Hoje, a geração que entra no mercado de trabalho é conhecida por "geração dos 500 euros". O que definia a minha geração era o seu carácter; o que define esta é o seu salário. Na verdade, há uma hipótese inquietante