Homem nasce livre... e com acesso à net
Coreia do Sul, México e Nigéria não querem que os conteúdos sejam fiscalizados, enquanto a China, a Turquia e o Paquistão não partilham essa opinião.
78% acreditam que a internet dá mais liberdade, enquanto 9 em cada 10 acham que é ideal para aprender.
Quanto à segurança em relação a expressar opiniões, a maioria nos Estados Unidos sente-se segura, enquanto no Japão o sentimento é contrário, o mesmo acontecendo na Coreia do Sul, França, Alemanha e China.
«Apesar das preocupações com a privacidade e a fraude, todos os inquiridos vêem o acesso à internet com um direito fundamental», disse Doug Miller, presidente da GlobeScan, a autora do estudo. «Pensam que a Web é uma força do bem e a maioria não quer que o governo a regule».
Mais de 70% dos inquiridos no Japão, no México e na Rússica afirmam que não podiam viver sem internet, quase 50% afirmam que a Web permite melhorar a capacidade de encontrar informação, 30% acreditam que é um bom instrumento de interacção e comunicação, enquanto 12% realçam a capacidade de entretenimento.
Mas como nem tudo é positivo, a fraude, os conteúdos violentos e explÃcitos e as ameaças à privacidade são a maior preocupação.
TVI24



