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Homem nasce livre... e com acesso à net

«Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade». E terem acesso à internet
Pelo menos é este o resultado de um inquérito realizado em 26 países a 27 mil pessoas para a BBC. 4 em cada 5 entendem que é um direito fundamental, uma opinião muito enraizada na China e na Coreia do Sul, e metade defende que não seja regulada.

Coreia do Sul, México e Nigéria não querem que os conteúdos sejam fiscalizados, enquanto a China, a Turquia e o Paquistão não partilham essa opinião.

78% acreditam que a internet dá mais liberdade, enquanto 9 em cada 10 acham que é ideal para aprender.

Quanto à segurança em relação a expressar opiniões, a maioria nos Estados Unidos sente-se segura, enquanto no Japão o sentimento é contrário, o mesmo acontecendo na Coreia do Sul, França, Alemanha e China.

«Apesar das preocupações com a privacidade e a fraude, todos os inquiridos vêem o acesso à internet com um direito fundamental», disse Doug Miller, presidente da GlobeScan, a autora do estudo. «Pensam que a Web é uma força do bem e a maioria não quer que o governo a regule».

Mais de 70% dos inquiridos no Japão, no México e na Rússica afirmam que não podiam viver sem internet, quase 50% afirmam que a Web permite melhorar a capacidade de encontrar informação, 30% acreditam que é um bom instrumento de interacção e comunicação, enquanto 12% realçam a capacidade de entretenimento.

Mas como nem tudo é positivo, a fraude, os conteúdos violentos e explícitos e as ameaças à privacidade são a maior preocupação.
TVI24

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